Articulação Antinuclear Brasileira

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Japão pode organizar parte das Olimpíadas de 2020 em Fukushima

Postado por Articulação Antinuclear BR em 25 agosto 2016 às 11:29 0 Comentários

Por Sputnik Brasil

Para os Jogos Olímpicos de 2020 o Japão está pensando em organizar competições de beisebol e softbol na província de Fukushima, informou na quarta-feira (24) o jornal online japonês Kahoku Shimpo.

Em 2011, a província de Fukushima foi palco de acidente de grande dimensão: um forte terremoto e tsunami causaram danos enormes à usina nuclear de Fukushima.

Segundo a edição, representantes do Partido Liberal Democrata do Japão se reuniram em Tóquio com Tamayo Marukawa, ministra encarregada pelos dos Jogos Olímpicos. O objetivo do encontro foi debater possíveis competições e treinamento preliminar dos atletas na província de Fukushima.

Na opinião de Takumi Nemoto, presidente do partido acima mencionado, as Olimpíadas de Tóquio poderão impulsionar a recuperação de Fukushima. Em resposta, a ministra prometeu analisar o pedido.

"Se possível, esta ação irá inspirar os residentes de Fukushima e mostrar ao mundo sua recuperação. Dedicarei todas as minhas forças para que isso aconteça", cita o jornal Kahoku Shimpo as palavras da ministra.

Em 2011, após o terremoto com magnitude de 9,0 e uma onda gigante de 15 metros, a usina nuclear de Fukushima sofreu danos substanciais, causando a maior catástrofe nuclear após Chernobyl. A tragédia resultou em 20 mil mortos e desaparecidos.

Quem é o militar que recebeu a maior pena da Lava Jato até agora

Postado por Articulação Antinuclear BR em 19 agosto 2016 às 18:01 0 Comentários

Por Lilian Venturini, para o Nexo

Foto: Wilson Dias/Agência BrasilOthon Luiz Pinheiro da Silva, então diretor-presidente da Eletronuclear

 OTHON SILVA EM AUDIÊNCIA PÚBLICA DO PROGRAMA NUCLEAR BRASILEIRO NA CÂMARA. 

 

“Referência do Programa Nuclear Brasileiro”. “Influenciou mais de uma geração de engenheiros e oficias da Marinha brasileira”. Essas frases, que poderiam constar em qualquer material biográfico sobre o vice-almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, foram escritas para preceder otexto da sentença aplicada a ele pela Justiça do Rio, a mais dura até agora no âmbito da Lava Jato.

O oficial da Marinha foi condenado a 43 anos de prisão pelo juiz Marcelo da Costa Bretas, consequência de crimes praticados por Silva quando presidiu a Eletronuclear, empresa subsidiária da Eletrobras. Ele foi acusado de receber propinas em troca de contratos firmados por empreiteiras com a subsidiária em obras da usina nuclear de Angra 3.

R$ 4,5 milhões é o valor recebido em propinas pelo vice-almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, segundo acusação da Procuradoria da República

As investigações que levaram à condenação do ex-presidente são um desdobramento da Lava Jato. Apenas os crimes relacionados à Petrobras são julgados pela Justiça Federal do Paraná. Lá atua o juiz Sergio Moro, que já condenou uma centena de pessoas, entre doleiros, empreiteiros e ex-funcionários da Petrobras. A punição mais alta foi contra o ex-diretor de Serviços da estatal Renato…

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Eletrobras faz nova baixa contábil de R$ 4 bilhões em Angra 3

Postado por Articulação Antinuclear BR em 18 agosto 2016 às 14:29 0 Comentários

Com informações do Valor Econômico

A Eletrobras realizou uma nova baixa contábil, no valor de R$ 4,092 bilhões, relativa ao projeto da usina nuclear de Angra 3, no resultado do segundo trimestre de 2016. De acordo com documentos da companhia, foi feito um impairment de R$ 2,414 bilhões relativo ao empreendimento e foi reconhecido um valor excedente ao ativo de R$ 1,677 bilhão como provisão de contrato oneroso. No resultado de 2015, a companhia já tinha feito um impairment relativo à usina de R$ 4,973 bilhões.

“Considerando que a companhia revisou o orçamento total do empreendimento Angra 3, em razão de nova postergação da data prevista para início da operação da usina nuclear, que passou a ser dezembro de 2022, a companhia reconheceu em seu ativo, na rubrica imobilizado, impairment adicional no valor de R$ 2,414 bilhões”, informou a Eletrobras no resultado do segundo trimestre.

“Considerando que com o impairment realizado acima, o VPL [valor presente líquido] do fluxo de caixa da usina ficou negativo, a companhia reconheceu também um valor excedente a este ativo de Reconheceu também um valor excedente a este ativo de R$ 1,677 bilhão, como provisão de contrato oneroso”, completou a elétrica.



O aumento no orçamento da construção da usina é fruto da manutenção mínima necessária à obra paralisada, revisão de contratos a serem relicitados, taxa de câmbio e juros sobre o financiamento anterior. As obras de Angra 3 estão paralisadas desde setembro de 2015, quando o consórcio responsável pela construção civil da usina abandonou a construção. Desde então as licitações de Angra 3 têm sido devassadas pela justiça e vários executivos da estatal e empreiteiras contratadas foram presos. O TCU estima que os desvios podem ter chegado à R$ 136 milhões.


O contrato da Eletronuclear sobre Angra 3…

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Japão reativa terceira usina nuclear depois de paralisação pós-Fukushima

Postado por Articulação Antinuclear BR em 16 agosto 2016 às 16:28 0 Comentários

Da Agência EFE

O Japão reativou nesta sexta-feira o reator número 3 da usina nuclear de Ikata (sudoeste), a terceira unidade a entrar em funcionamento no país asiático sob a legislação de segurança mais estrita aprovada por causa do acidente de Fukushima de 2011.



Por volta das 9h (horário local) a operadora Shikoku Electric Power, proprietária da usina, retirou as barras de controle - usadas para inibir o processo de fissão - do reator, o quinto que começa a operar desde o blecaute atômico estabelecido em setembro de 2013.



A reativação acontece apesar da reivindicação apresentada por cidadãos que moram perto da central para impedi-la por motivos de segurança, após os graves terremotos na região próxima de Kumamoto na última primavera.



Cerca de cem moradores da região se concentraram hoje em frente às instalações nucleares para protestar contra a reativação gritando com palavras de ordem, segundo informou a emissora estatal "NHK".



Em março passado, um processo similar apresentado a um tribunal do oeste do Japão acabou em uma ordem judicial que supôs a parada imediata da central de Takahama, a segunda que tinha sido reativada no país após o blecaute nuclear de dois anos motivado pelo acidente em Fukushima.



O reator de Ikata se tornou hoje o único reator ativo no Japão que usa MOX, um combustível que combina urânio e plutônio, depois da suspensão por motivos de segurança dos dois reatores da unidade de Takahama que utilizavam este tipo de combustível.



Este combustível, que torna ainda mais tóxica e perigosa a contaminação em caso de acidente, é o que era usado no reator número 3 da usina de Fukushima.



A reativação desta unidade acontece depois do início da operação no começo do ano da central de Takahama, situada no litoral do Mar do Japão na cidade de Fukui (centro), e dos reatores 1…

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