Articulação Antinuclear Brasileira

A Articulação Antinuclear Brasileira (AAB) foi criada em 2011 e é Integrada por indivíduos, entidades, movimentos socioambientais e pesquisadores.

Buscamos fortalecer a luta antinuclear, defendendo o uso de energias renováveis e de um Brasil livre do nuclear.

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Deslocados de Fukushima protestam contra fim de apoios para alojamento

Postado por Articulação Antinuclear BR em 19 janeiro 2017 às 8:30 0 Comentários

Por SIC Notícias

Os deslocados de Fukushima denunciaram esta terça (17), em Tóquio, a política das autoridades, que retiram apoios para forçar o regresso à região, de onde saíram há cerca de seis anos com medo da radioatividade

Cerca de 26.600 pessoas que deixaram a região "por iniciativa própria", de acordo com o vocabulário oficial, vão deixar de receber, a partir de 31 de março, ajudas financeiras para alojamento.

O governo ordenou evacuações em função do nível de exposição às radiações. Nos locais em que esse nível não era ultrapassado, fugir ou ficar foi uma decisão para os residentes.

Aqueles que partiram à pressa receberam posteriormente apoios, mas por um prazo determinado que se aproxima do fim.

Muitas famílias decidiram separar-se, o pai ficou para trabalhar, enquanto mãe e filhos partiam para outras regiões japonesas.

"Os sangramentos do nariz, a diarreia e os vómitos da minha filha de 12 levaram-nos a decidir, em junho de 2011 - três meses após o acidente da central nuclear de Fukushima - a minha partida com as crianças, deixando o meu marido a trabalhar no nosso restaurante em Koriyama. Fomos para a região de Kanagawa (nos arredores de Tóquio), o que não teríamos feito se não fosse esta catástrofe atómica", contou aos jornalistas estrangeiros uma antiga residente da província de Fukushima (nordeste), Noriko Matsumoto.

"Gostaríamos de regressar, mas, nas atuais condições, não é possível. Continuamos preocupados com a nossa saúde", acrescentou Matsumoto.

Os peritos denunciaram já os…

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O nirvana da energia nuclear em 2016

Postado por Articulação Antinuclear BR em 3 janeiro 2017 às 17:00 0 Comentários

Por Zoraide Vilasboas, da Articulação Antinuclear Brasileira

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Ao contrário do Programa Nuclear Brasileiro, que vive um “inferno astral” nos últimos tempos, a Articulação Antinuclear Brasileira fecha 2016 contabilizando realizações. Entre os prejuízos do setor nuclear estão a interrupção da construção de Angra 3; a prisão de dirigentes do alto escalão da Eletronuclear, investigados por corrupção na Lava-Jato; a condenação por assédio moral pela Justiça do Trabalho da Indústrias Nucleares do Brasil (INB), que opera a unidade de concentrado de urânio em Caetité (Ba), e a produção zero há quase três anos nessa mesma instalação nuclear. 

No plano internacional, a luta antinuclear, que condena o armamentismo e busca difundir a cultura da paz, defende um mundo livre da tecnologia da fissão nuclear, civil e militar. A crescente mobilização global chegou a realizar dois Fóruns Sociais Temáticos Contra o Nuclear Civil e Militar: em Tóquio e Fukushima (Japão - 23 a 28 de março) e em Montreal (Canadá - 8 a 14 de agosto). Nos dois eventos, reafirmamos a disposição de lutar para eliminar todas as armas nucleares, por fim aos programas nucleares, à extração do urânio no mundo e impedir a produção do lixo atômico, com o desmontar todos os reatores do planeta.

No Brasil, só nos últimos três meses, realizamos atividades em Brasília, Pernambuco, Ceará e São Paulo. O Seminário Nacional do Fórum de Mudanças Climáticas e Justiça Social (FMCJS), realizado em Brasília, de 25 a 28 de setembro, aprovou uma carta final alertando para as consequências dos extremos climáticos e nos convidando à ação para proteger nossa Mãe Terra, sob pena de sermos tragados por uma ‘tragédia anunciada’, mas ainda evitável. 

O evento reuniu cerca de 100 representantes de todas as…

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Programa da TVT aborda o nuclear a partir da exposição Hiroshima Nunca Mais

Postado por Articulação Antinuclear BR em 30 dezembro 2016 às 19:00 0 Comentários

Essa edição do programa programa Olhar TVT se baseou na exposição Hiroshima Nunca Mais, produzida pela Sociedade Angrense de Proteção Ecológica com apoio da AAB, para tratar do nuclear, desde a bomba de Hiroshima até os trabalhadores contaminados por radiação na Nuclemon, em São Paulo.

A exposição está em cartaz até dia 18/12, na Matilha Cultural (Rua Rêgo Freitas, 542), em São Paulo. Há a possibilidade de agendamento de visitas escolares realizadas por voluntários do Greenpeace. Para agendar a visita de sua escola mande e-mail para: educativohiroshima@gmail.com
Mais informações: (11) 95600-0085 (what´s app)

Serviço – Exposição Hiroshima Nunca Mais
Quando: 10 de novembro a 18 de dezembro
Onde: Matilha Cultural (Rua Rêgo Freitas 542, Centro, São Paulo – SP)
Horário de funcionamento: Terça a domingo, das 14 às 21h. 
Entrada franca.

Assista à parte 1

Parte2

Mineradores buscam reparação pela contaminação por urânio em Caetité

Postado por Articulação Antinuclear BR em 21 dezembro 2016 às 17:43 0 Comentários

Por Tribuna da Bahia

O Sindicato dos Mineradores de Brumado e Microrregião (Sindimine) entrou com uma ação civil pública contra a estatal federal Indústrias Nucleares do Brasil (INB), com pedido de implementação de assistência médica integral e reparações aos trabalhadores e ex-trabalhadores, inclusive terceirizados, expostos à contaminação por substâncias radioativas na extração de urânio na cidade Caetité, no sertão da Bahia.

O advogado Pedro Mahin, sócio do escritório Roberto Caldas, Mauro Menezes & Advogados, que representa o sindicato na ação, explica que os trabalhadores objetivam o ressarcimento dos danos morais, existenciais  e materiais sofridos pelos trabalhadores e suas famílias. “Durante as etapas do processo produtivo, os trabalhadores encontram-se submetidos a condições laborais que facilitam o contato com a radiação ionizante e com os produtos químicos utilizados no beneficiamento do urânio, colocando-os em risco de contrair doenças relacionadas a essa exposição”, afirma. 

Mahin complementa que um empregado terceirizado da empresa morreu de câncer no começo do ano de 2015 e que  há uma ação específica  e individual com o objetivo de ressarcir a família do funcionário. 

Desde 2000, a extração na única mina de urânio da América Latina é feita pela Unidade de Concentração de Urânio (URA). Estima-se que sejam beneficiadas 400 toneladas do material por ano, com a produção de diuranato de amônio (DUA), mais conhecido como yellow-cake, posteriormente utilizado nas pastilhas que abastecem as usinas Angra I e II, no Rio de Janeiro, e do Centro Tecnológico da Marinha, em Iperó (SP).

O Ministério Público do Trabalho (MPT) já havia entrado com uma ação anteriormente, que foi parcialmente atendida, determinando uma série de alterações da URA, para…

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