Articulação Antinuclear Brasileira

A Articulação Antinuclear Brasileira (AAB) foi criada em 2011 e é Integrada por indivíduos, entidades, movimentos socioambientais e pesquisadores.

Buscamos fortalecer a luta antinuclear, defendendo o uso de energias renováveis e de um Brasil livre do nuclear.

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Manifesto contra a energia do passado

Postado por Articulação Antinuclear BR em 27 junho 2017 às 17:38 0 Comentários

Em audiência pública com pouquíssima representação da sociedade civil, ativistas e representantes de movimentos sociais manifestam repúdio aos novos leilões de petróleo e gás

Da assessoria de comunicação da 350.org

Dando prosseguimento ao cronograma de leilões de blocos para exploração e produção de petróleo e gás no Brasil, a Agência Nacional do Petróleo e Gás (ANP) realizou, nesta terça-feira (27), uma audiência pública - a única de todo o processo, apesar do impacto de abrangência nacional - para analisar as contribuições recebidas durante a consulta pública referente à 14ª Rodada de Licitações, que irá ofertar 287 blocos para exploração de áreas em 9 bacias sedimentares. Mesmo sendo direcionada a discutir com a sociedade os impactos dos novos leilões, a audiência foi dominada pelas empresas petrolíferas. Ativistas da 350.org e COESUS - Coalizão Não Fracking Brasil pelo Clima, Água e Vida, representando os movimentos sociais, ambientalistas e climáticos, estiveram presentes e manifestaram repúdio aos novos leilões e também à maneira com que a ANP vem conduzindo o processo de oferta e venda de blocos.

"A sociedade civil já manifestou diversas vezes que é contra a exploração de combustíveis fósseis, uma energia retrógrada, principal responsável pela emissão dos gases que causam o aquecimento global e que, para piorar, ainda coloca em…

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Uranium Festival: FICA recebe mostra de cinema em memória dos 30 anos do césio 137

Postado por Articulação Antinuclear BR em 12 junho 2017 às 17:29 0 Comentários

Exibição especial traz oito filmes sobre os perigos e os cuidados da energia nuclear

Por João Abrão, para o site Mais Goiás

Entre os dias 20 e 25 de junho, a Cidade de Goiás é sede do 19º Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (FICA), mas também recebe outra prestigiada mostra de cinema. O 7º Uranium International Film Festival acontece nos mesmos dias e foi integrado à programação do FICA. Tendo como temática “filmes atômicos”, a mostra foi convidada a fazer parte do festival ambiental para relembrar os 30 anos do acidente do césio 137 em Goiânia.

Durante o festival, o Uranium irá exibir oito filmes com temática de energia nuclear mesclando curtas de ficção e documentários. Em seu catálogo, os três maiores acidentes radiológicos do mundo são contemplados: Chernobyl, Fukushima e Goiânia.

“Desde que percebemos que o Brasil continuava com o programa nuclear e ao mesmo tempo ninguém lembrava mais de Chernobyl e de Goiânia, pensamos em criar este festival educativo. Sabíamos que existia muitos filmes bons, mas que não eram conhecidos no Brasil. E um festival de cinema é a melhor maneira de divulgar estes filmes. Pouca gente sabe que o urânio é o combustível nuclear e pensamos em combater a ignorância nuclear com filmes”, conta Márcia Gomes de Oliveira, fundadora e diretora executiva do Uranium.

As preocupações dela se provaram verdadeiras: a primeira edição foi em maio de 2011 e aí, logo antes: “isto aconteceu nas vésperas do último grande acidente nuclear que foi em Fukushima, no Japão, em março de 2011. Estávamos trabalhando para que a sociedade não esquecesse Chernobyl e Goiânia, mas dois meses antes da 1ª edição do festival aconteceu Fukushima. Assim continuamos, para não esquecer Fukushima e tantos outros acidentes nucleares e radiológicos pelo mundo afora”.

De lá pra cá, o festival ganhou relevância internacional, tendo edições em várias cidades do…

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Angra 3 pode ter uma decisão definitiva na quinta feira para retomada das obras

Postado por Articulação Antinuclear BR em 6 junho 2017 às 15:15 0 Comentários

Na próxima quinta-feira, dia 8, o Conselho Nacional de Política Energética vai analisar os rumos que serão tomadas para a retomada e a conclusão da Usina Nuclear Angra 3.  O governo avalia recorrer ao capital estrangeiro e parcerias com grandes empresas internacionais para terminar a obra que está parada desde 2015. Quinta, pode ser o dia D de Angra 3.  A primeira opção seria a contratação de financiamento e, se ele não for suficiente,  a entrada de um parceiro minoritário.O presidente da Eletrobrás, Wilson Ferreira Junior, que esteve nesta segunda-feira(5) para uma reunião com o Ministro Fernando Coelho Filho e para o lançamento o veículo elétrico de Itaipu. Ele disse que Angra 3 tem um orçamento fechado e vai precisar de capital. É possível que a Eletrobrás não tenha recursos para colocar na empresa:

“ É certo que não teremos financiadores no Brasil para financiar a conclusão dessa usina,  e teremos que pensar em financiamento de estrangeiros. Dependendo do que for colocado, o quando eles podem financiar. Talvez de investidores também estrangeiros”, disse.

Ferreira Junior disse que a lei não permite a operação de usinas nucleares no Brasil por empresas privadas ou por empresas públicas de outros países. Com isso, um eventual parceiro terá participação financeira e a operação será integralmente  delegada à Eletronuclear, que já opera Angra 1 e 2. A central nuclear Angra 3 tinha custo estimado em R$ 8,3 bilhões, mas o valor previsto para a conclusão já chega a R$ 17 bilhões

Conclusão da usina nuclear Angra 3 deve exigir até R$9 bi e 5 anos, diz ministro

Postado por Articulação Antinuclear BR em 17 maio 2017 às 14:30 0 Comentários

Por Agência Reuters

A conclusão da construção da usina nuclear de Angra 3, cujas obras estão paralisadas desde o final de 2015, deverá exigir entre 8 bilhões e 9 bilhões de reais em investimentos e até cinco anos de trabalho, disse nesta terça-feira o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho.

Ele afirmou que o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) deverá discutir em junho maneiras de retomar a usina, mas antecipou que provavelmente a solução deverá envolver a atração de uma empresa privada para dar apoio financeiro e operacional à empreitada.

"A ideia é trazer um privado para fazer investimento e manutenção, e a operação seria da Eletronuclear (subsidiária da Eletrobras)", disse Coelho Filho, ao participar de evento no Rio de Janeiro.

 
 
 

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