Articulação Antinuclear Brasileira

A Articulação Antinuclear Brasileira (AAB) foi criada em 2011 e é Integrada por indivíduos, entidades, movimentos socioambientais e pesquisadores.

Buscamos fortalecer a luta antinuclear, defendendo o uso de energias renováveis e de um Brasil livre do nuclear.

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De olho nas pegadas ecológicas do urânio na Bahia

Postado por Articulação Antinuclear BR em 17 agosto 2017 às 14:46 0 Comentários

Por Zoraide VilasBoas, do Movimento Paulo Jackson – Ética, Justiça, Cidadania

O município de Caetité (Bahia), sede da única mina de urânio em atividade na América Latina, recebeu um grupo de estudantes da UFBA com uma missão especial. Eles foram ver as pegadas ambientais da exploração do minério e saber como é a convivência da sociedade local com as Indústrias Nucleares do Brasil (INB), dona do complexo minero-industrial produtor do concentrado de urânio, matéria prima da fonte-combustível dos dois reatores atômicos de Angra dos Reis (RJ).

Quando decidiram ir ao encontro do mundo tecnocientífico do campo nuclear sabiam que carregariam malas e mochilas cheias de interrogações sobre o resultado daquela experiência. Tinham muitas dúvidas. Em especial, se compreenderiam a realidade da mineração nuclear e seus impactos sobre a saúde pública, sobre o meio ambiente e como poderiam relacionar esta problemática com a formação acadêmica de engenheir@s sanitaristas. Viajaram com a Profa. Dra. Patrícia Borja, no âmbito do projeto da disciplina Problemas de Saúde Pública da Escola Politécnica da Universidade Federal da Bahia (UFBA).

Área de entamboramento, minutos após o acidente com vazamentos de DUA. No piso, o detalhe do solado das botas do operário que deixou o local. (Foto/legenda do IBAMA, 2011)

Rotas de informação

Quase 640 km separam Caetité de Salvador. A longa viagem foi antecedida por uma atividade na Escola Politécnica (08/07/2017) quando tratamos do Programa Nuclear Brasileiro e seus negativos impactos no Alto Sertão baiano, onde começa o ciclo de produção da energia nuclear gerada nas usinas Angra 1 e 2 (RJ).

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Articulação Antinuclear do Ceará pede ao Ibama que não licencie mineração de urânio

Postado por Articulação Antinuclear BR em 15 agosto 2017 às 15:56 0 Comentários

Nesta segunda-feira (14/08), a Articulação Antinuclear do Ceará (AACE) se reuniu com o superintendente do IBAMA no Estado, Herbert Lobo para entregar à autarquia federal uma série de documentos que atestam a inviabilidade socioambiental do Projeto Santa Quitéria, empreendimento que pretende realizar a mineração de urânio e fosfato na Jazida de Itataia, localizada em Santa Quitéria, a 222 Km de Fortaleza.

Durante a reunião, o Superintendente do Ibama sinalizou que está acompanhando o licenciamento ambiental do Projeto Santa Quitéria, mas que a responsabilidade por sua condução é da Diretoria de Licenciamento Ambiental da Superintendência do Ibama em Brasília (DILIC). Mesmo assim, ressaltou que, de acordo com as informações que tem recebido da DILIC, a perspectiva é de que o Projeto Santa Quitéria não receba as licenças ambientais em virtude de sua inviabilidade hídrica e energética.

Participaram da reunião agricultores(as) dos assentamentos e das comunidades mais próximas à jazida, além de pesquisadores(as), advogados(as), jornalistas, representantes de movimentos sociais e moradores(as) de Canindé. Pelo Ibama, estiveram presentes Herbert Lobo, superintendente da autarquia no Ceará, e George Luiz Sampaio Teixeira, superintendente substituto.

Entre os documentos entregues ao Ibama, destaca-se o parecer da Universidade Federal do Ceará (UFC) que apresenta as irregularidades do relatório da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (COGERH) sobre o Projeto Santa Quitéria e comprova a inviabilidade hídrica do empreendimento.

Além do parecer, foi entregue a CARTA PÚBLICA lançada pela AACE em março de…

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Articulação Antinuclear do Ceará se reúne com Ibama para que licenciamento ambiental de mineração de urânio e fosfato no Ceará seja cancelado

Postado por Articulação Antinuclear BR em 14 agosto 2017 às 15:30 0 Comentários

Hoje (14.08), a Articulação Antinuclear do Ceará (AACE) se reúne com a Superintendência do Ibama em Fortaleza para entregar à autarquia federal uma série de documentos que atestam a inviabilidade socioambiental do Projeto Santa Quitéria, empreendimento que pretende realizar a mineração de urânio e fosfato na Jazida de Itataia, localizada em Santa Quitéria, a 222 Km de Fortaleza.

Participarão da reunião agricultores(as) dos assentamentos e das comunidades mais próximas à jazida, além de pesquisadores(as), advogados(as), jornalistas, representantes de movimentos sociais e moradores(as) de Canindé.

Entre os documentos entregues ao Ibama, destaca-se o parecer da UFC que apresenta as irregularidades do relatório da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (COGERH) sobre o Projeto Santa Quitéria e comprova a inviabilidade hídrica do empreendimento.

Além do parecer, também será entregue a carta pública lançada pela AACE em março de 2017. Assinada por mais de 40 instituições de diferentes regiões do Brasil e do mundo, a carta requer à Direção do Ibama o cancelamento do licenciamento ambiental da mineração de urânio e fosfato e tem sido divulgada por organizações como a…

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Nota de repúdio do Comitê Nacional em Defesa dos Territórios Frente à Mineração ao Programa de Revitalização da Indústria Mineral, anunciado pelo Presidente Michel Temer

Postado por Articulação Antinuclear BR em 1 agosto 2017 às 16:14 0 Comentários

O lançamento do Programa de Revitalização da Indústria Mineral através de Medidas Provisórias é a marca antidemocrática das ações do Governo Temer. Mudar o Código da Mineração no momento de turbulência política pela qual passa o país, tratando a mineração apenas sob a ótica fiscal e administrativa, deixa claro que esta manobra faz parte do pacote de ações de desmonte da democracia e que é uma clara tentativa de buscar convencer parlamentares da bancada mineradora a votar contra o prosseguimento da denúncia da Procuradoria Geral da República (PGR) por corrupção passiva.

Tratar a mineração como se fosse apenas um setor comercial capaz de aumentar a participação no PIB, que segundo anúncio subiria de 4 para 6%, aumenta ainda mais a fragilidade de fiscalização do Estado e coloca ainda mais em risco as populações ao redor das minas, as comunidades no entorno de sua logística e o meio ambiente.

A expansão da mineração no Brasil nos últimos 15 anos tem trazido impactos significativos para as comunidades e o meio ambiente. De várias partes de nosso território ressoam denúncias de injustiças socioambientais provocadas pela mineração e sua cadeia produtiva, de transformação, escoamento e exportação. Ao mesmo tempo, os bens minerais brasileiros se esvaem por nossos portos, em uma verdadeira sangria, rumo ao exterior, reforçando o papel primário-exportador de nossa economia.

A política de expansão da extração mineral, da qual a reformulação do novo Código Mineral é um dos elementos centrais, ganhou força desde 2013, com o envio ao Congresso Nacional do Projeto de Lei 5807/2013. As organizações membros do Comitê Nacional em Defesa dos Territórios frente à Mineração travaram uma luta pela garantia de direitos das populações…

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