Articulação Antinuclear Brasileira

A Articulação Antinuclear Brasileira (AAB) foi criada em 2011 e é Integrada por indivíduos, entidades, movimentos socioambientais e pesquisadores.

Buscamos fortalecer a luta antinuclear, defendendo o uso de energias renováveis e de um Brasil livre do nuclear.

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Exposição antinuclear chega à Goiânia para relembrar os 30 anos do Césio-137

Postado por Articulação Antinuclear BR em 14 setembro 2017 às 20:14 0 Comentários

A exposição fotográfica Hiroshima Nunca Mais já passou por Angra dos Reis e São Paulo, mostrando as contradições e o enfrentamento ao nuclear no mundo todo

Você sabe qual é a relação entre a tragédia do Césio-137 e o projeto da usina nuclear de Angra 3 ou com a contaminação de águas subterrâneas promovida pela mineração de urânio em Caetité, na Bahia? Embora aparentemente não conectados, esses eventos e atividades são frutos da política nuclear brasileira, cuja gestão e fiscalização ficam a cargo da Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen) - dos aparelhos radiológicos às usinas nucleares de geração de energia que se abastecem de urânio. A exposição Hiroshima Nunca Mais chega à Goiânia no 30º aniversário da tragédia do Césio-137 para evidenciar essa relação e lembrar que os erros e omissões cometidos pela Cnen em Goiânia, em 1987, repetem-se em outros locais no Brasil. As fotografias ficam expostas do dia 18 de setembro a 21 de outubro, no espaço Culturama, com entrada gratuita.

A exposição que os goianienses conferem a partir do dia 18 nasceu em 2015, em Angra dos Reis, a partir da proposta da Sociedade Angrense de Proteção Ecológica (Sapê) de trabalhar a temática da luta antinuclear a partir da arte. O ano de 2015 marcou os 70 anos do lançamento das bombas nucleares de Hiroshima e Nagasaki, marco da entrada da humanidade na era nuclear. No ano seguinte, a exposição esteve em cartaz em São Paulo e agora desembarca em Goiânia, para se somar aos eventos que estão relembrando os 30 anos da tragédia do Césio-137.

Através das lentes de Amirtharaj Stephen, Dan Budnik, Elin O’Hara Slavick, Herval Silva, Hiromichi Matsuda, Igor…

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Série de eventos em Goiânia marca os 30 anos do acidente com o Césio-137

Postado por Articulação Antinuclear BR em 1 setembro 2017 às 18:09 0 Comentários

‘Césio 137: Eu também sou vítima’ será o mote da mobilização para discutir a situação atual das vítimas

Em 13 de setembro deste ano completa-se 30 anos que uma cápsula contendo 19 gramas de Césio-137 iniciou o maior acidente radioativo do Brasil, provocando a morte de 4 pessoas inicialmente e um número desconhecido nos anos seguintes, contaminando direta e indiretamente centenas de moradores e causando pânico em Goiânia. Mesmo após 3 décadas, a luta pelos direitos das vítimas ainda se faz necessária. Para dar visibilidade a sua luta, o Fórum Permanente sobre o Acidente com o Césio-137 e parceiros vão promover espaços de discussão e atos culturais entre os dias 12 e 13 deste mês. Na sequência, entre os dias 18 de setembro a 21 de outubro, estará em cartaz no espaço Culturama a exposição fotográfica Hiroshima Nunca Mais, que conecta a tragédia de Goiânia com a luta antinuclear no Brasil e no mundo.

Para o coordenador do Fórum, Júlio Nascimento, o objetivo dos eventos é não esquecer: "Retomar a lembrança do acidente, não deixar que essa memória social se apague, porque dela depende a atenção com a qual sociedade vai fiscalizar a ação do governo no cumprimento de suas obrigações para com as vítimas. Então os eventos têm essa dimensão política e também de procurar evitar que se cometam novos erros. Aí entra a questão da política nuclear, que gerou a tragédia de Goiânia. Precisamos evitar novos problemas, mantendo a sociedade atenta às decisões que afetam sua segurança e seu futuro". 

A omissão do…

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Sociedade civil encaminha contribuições para Plano Decenal de Expansão de Energia 2026

Postado por Articulação Antinuclear BR em 30 agosto 2017 às 17:26 0 Comentários

Por Sucena Shkrada Resk para o site do Instituto Centro de Vida

Redes da sociedade civil organizada encaminharam um documento conjunto, no qual colocam suas contribuições para a versão preliminar do Plano Decenal de Expansão de Energia 2026 (PDE 2026), submetida à consulta pública pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e pelo Ministério de Minas e Energia (MME), cujo prazo terminou no dia 27 de agosto.

O principal objetivo é incorporar efetivamente a dimensão socioambiental no planejamento do setor energético brasileiro. A iniciativa é do Grupo de Trabalho de Infraestrutura (GT-Infraestrutura), do Observatório do Clima (OC), da Frente por uma Nova Política Energética para o Brasil (FNPE) – em parceria com o Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Social (FMCJS) e da Aliança dos Rios da Panamazônia. Estas redes são compostas por organizações não-governamentais e movimentos sociais.

As propostas são divididas em cinco eixos:

– Transparência e participação pública: incorporação da dimensão socioambiental; dos direitos humanos;

– Processos de tomada de decisão e incorporação de critérios de restrição na formação dos portfólios;

– Identificação de cenários de demanda;

– Alternativas para a geração de energia…

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Argumentos mentirosos para privatizar a Eletrobras

Postado por Articulação Antinuclear BR em 25 agosto 2017 às 18:00 0 Comentários

Por Heitor Scalambrini, da Articulação Antinuclear Brasileira e professor aposentado da UFPE

A palavra privatizar é definida como: “realizar a aquisição ou incorporação de (empresa do setor público) por empresa privada”, “colocar sob o controle de empresa particular a gestão de (bem público)”.
Foi anunciado recentemente pelo atual governo golpista (sem voto, sem credibilidade popular) a aceleração do processo de depredação e entrega do patrimônio público com um amplo programa de privatizações, que pretende transferir áreas de mineração e exploração de petróleo e gás (incluindo o pré-sal), usinas e empresas de energia, portos, ferrovias e outros.

O que teria então demais que uma empresa pública (de todos) fosse adquirida por uma empresa privada (de alguns)?

Existem setores estratégicos em um país que devem ser conduzidos, geridos pelo Estado. Setores esses essenciais a soberania do país, a conquista de direitos alienáveis. O setor elétrico é um deles. E vários países chamados desenvolvidos entendem assim (França, Alemanha, Austrália, …).

Uma das empresas arroladas na privatização é a Eletrobras, a maior companhia do setor de energia elétrica da América Latina, atuando no segmento de geração, transmissão e distribuição, controlando 15 subsidiárias. É uma empresa de participações que tem 50% do capital social da Itaipu Binacional. Além disso, diretamente ou através de subsidiárias, possui participação em mais de 170 Sociedades de Propósito Específico (SPE). Entre 2012 e o primeiro trimestre de 2016 distribuiu a seus acionistas mais de R$ 9 bi de dividendos e juros sobre capital próprio.

A justificativa para a privatização desta empresa é a de melhorar…
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