Articulação Antinuclear Brasileira

A Articulação Antinuclear Brasileira (AAB) foi criada em 2011 e é Integrada por indivíduos, entidades, movimentos socioambientais e pesquisadores.

Buscamos fortalecer a luta antinuclear, defendendo o uso de energias renováveis e de um Brasil livre do nuclear.

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De cara com o lixo do Programa Nuclear Brasileiro

Postado por Articulação Antinuclear BR em 18 outubro 2017 às 11:42 0 Comentários

Lixo nuclear da primeira mineração de urânio ocupa uma área correspondente a 100 Maracanãs, em Poços de Caldas (MG)

Pela primeira vez, com imagens inéditas e surpreendentes, reportagem em cadeia nacional de TV colocou a sociedade brasileira frente a frente com a assustadora questão do lixo nuclear. A produção de resíduos radioativos em toda cadeia de geração de energia nuclear é o principal impacto ambiental do uso desta tecnologia. O grande desafio global hoje é justamente como lidar com o “beco sem saída” do lixo atômico para o qual, em mais de 70 anos, nenhum cientista –entre os “gênios” que povoam o mundo nuclear–  encontrou solução definitiva, e ameaça a Vida no planeta. Por esta razão, a tendência mundial é abandonar a fonte…

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Mostra de filmes sobre o Césio-137 movimenta exposição Hiroshima Nunca Mais

Postado por Articulação Antinuclear BR em 11 outubro 2017 às 12:01 0 Comentários

Espaço Culturama e Exposição Hiroshima Nunca Mais exibem série de filmes sobre a tragédia de Goiânia e movimento antinuclear

Nos dias 16, 17 e 19 de outubro o Espaço Culturama vai abrigar uma programação audiovisual complementar à exposição fotográfica Hiroshima Nunca Mais, tratando da questão do Césio e dos riscos da atividade nuclear. Serão 8 filmes, uma performance do grupo Corpo de Voz e debates onde o público poderá conversar com alguns dos diretores dos filmes e também trocar experiências com integrantes do movimento antinuclear de Angra dos Reis, onde estão instaladas as duas usinas nucleares brasileiras.

No dia 16, às 19h, quem abre os trabalhos da mostra é o grupo Corpo de Voz, com Corpo em Testemunho, um espetáculo de performance e vocalização de poemas que depõem e testemunham sobre tempos sombrios de guerra para relembrar os horrores destas épocas e convocar à paz. A mostra segue com filmes sobre a tragédia goianiense do Césio-137 e dois curtas sobre o impacto e riscos das usinas nucleares em Angra dos Reis.

O destaque fica com a exibição e debate dos curtas Rua 57, n.60 e o premiado Algo do que Fica, que acabam de ser exibidos no Uranium Festival, em Berlim. Os diretores Michael Valim e Benedito Ferreira debaterão com o público nos dias 16 e 19 (veja programação).  

Dia 19 também será uma chance de trocar experiências com representantes da Sociedade Angrense de Proteção Ecológica (Sapê), realizadora da exposição Hiroshima Nunca Mais. A Sapê se articula há décadas contra as usinas nucleares Angra I e…

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Vítimas do Césio-137 entregam carta denúncia a Associação Internacional de Energia Nuclear

Postado por Articulação Antinuclear BR em 29 setembro 2017 às 16:25 0 Comentários

Aproveitando a realização de uma série de conferências internacionais da área de radiologia em Goiânia, as associações de vítimas do Césio entregaram ao representante da Associação Internacional de Energia Nuclear (AIEA), uma carta denunciando as omissões e falhas da CNEN no licenciamento e fiscalização das atividades nucleares no Brasil e pedindo um monitoramento independente para as áreas e pessoas contaminadas. A carta foi entregue ao diretor da AIEA, Peter Johnston por representantes da Associação das Vítimas do Césio-137, Associações de Contaminados, Irradiados e Expostos ao Césio e Associação de Militares Vítimas do Césio-137.

Leia o documento na íntegra

Caetité recebe mostra e ciclo de debates sobre impactos da mineração

Postado por Articulação Antinuclear BR em 29 setembro 2017 às 15:58 0 Comentários

Por Movimento pela Soberania Popular na Mineração

Depois de passar por São Paulo (SP), Belém (PA), Açailândia e S. Luís (MA), exposição esteve no interior da Bahia, em região que também está em contradição com o modelo mineral brasileiro.

Usando a arte para estimular o debate em torno do modelo mineral brasileiro, a exposição Do Rio que Era Doce às águas do do Semiárido: destruição e mortes do modelo mineral esteve na UNEB, em Caetité de 27 a 29 de setembro. O evento segue agora para a Capital, Salvador.

A mostra nasceu meses após o rompimento da barragem de Fundão, que, em novembro de 2015, deixou a região de Mariana (MG) coberta por rejeitos tóxicos. O rastro de lama chegou até o oceano Atlântico e, com ele, cresceu também a necessidade de se discutir as ameaças socioambientais representadas pela mineração. A contaminação da água e do solo, o inchaço e a sobrecarga das capacidades dos municípios que abrigam barragens e os problemas de saúde de sua população são só alguns deles.

São Paulo foi a primeira cidade a abrigar a exposição, na Matilha Cultural. Organizada pelo Comitê Nacional em Defesa dos Territórios frente à Mineração. Mais de 30 mil pessoas já visitaram a exposição e participaram de debates, aulas públicas, rodas de conversa, exibição de filmes sobre a mineração. O objetivo é discutir o modelo mineral com toda a sociedade.

Em Caetité, a exposição foi articulada pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), Grupo de Pesquisa Geografar (UFBA), Movimento pela…

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