Articulação Antinuclear Brasileira

A Articulação Antinuclear Brasileira (AAB) foi criada em 2011 e é Integrada por indivíduos, entidades, movimentos socioambientais e pesquisadores.

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Introduzido novo robô na central japonesa de Fukushima para analisar reator

Postado por Articulação Antinuclear BR em 17 fevereiro 2017 às 10:55 0 Comentários

Por RTP Notícias

A operadora da central nuclear de Fukushima vai introduzir hoje um novo robô no reator número dois para avaliar o seu estado, após ter sido retirado, na semana passada, um aparelho idêntico devido a níveis demasiado altos de radiação.

O dispositivo, com a forma de um escorpião e desenvolvido em colaboração com a IRID e a Toshiba, vai proceder à recolha de imagens e medir a temperatura e os níveis de radioatividade no interior da vasilha de contenção do reator, explicou a operadora da central nuclear japonesa de Fukushima, Tokyo Electric Power Company (TEPCO), em comunicado.

A introdução do robô chega depois de funcionários da TEPCO terem sido obrigados a retirar o outro aparelho com características idênticas depois de as medições terem demonstrado níveis muito elevados de radiação, estimados em cerca de 650 sieverts (medida usada para avaliar o impacto da radiação nos humanos) por hora, capazes de o danificar.

Apenas uma dose diária de sievert pode causar danos graves na saúde humana e em maiores quantidades até provocar a morte, pelo que os níveis estimados naquele ponto do interior das instalações nucleares impossibilitam o acesso por parte de funcionários.

Os reatores 1,2 e 3 sofreram fusões parciais dos seus núcleos devido ao desastre provocado pelo sismo seguido de tsunami, de 11 de março de 2011, e conhecer exatamente o estado das barras de combustível radioativo é fundamental para a sua gestão e retirada.

No caso da unidade número dois, os técnicos da TEPCO acreditam que o combustível se fundiu o suficiente para perfurar a vasilha de pressão e acumular-se no fundo do da…

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Eletronuclear anula licitação para montagem eletromecânica de Angra 3

Postado por Articulação Antinuclear BR em 31 janeiro 2017 às 10:30 0 Comentários

Por Luciano Costa, para Agência Reuters

Funcionários da eletronuclear e da estatal chinesa CNCC: parceria para construção da usina parece estar cada vez mais próxima.

A estatal Eletronuclear, da Eletrobras, declarou nulo o processo de licitação que havia resultado na contratação de um consórcio para realizar a montagem eletromecânica da usina nuclear de Angra 3, em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, segundo publicação no Diário Oficial da União desta segunda-feira.

As empresas Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa, Queiroz Galvão, UTC, Techint, Odebrecht e EBE e o consórcio Angramon, formado por elas, recorreram da anulação, mas tiveram os pedidos indeferidos pela Eletronuclear.

O processo foi analisado em uma reunião realizada em 26 de janeiro na sede da Eletronuclear, segundo o aviso de anulação, assinado pelo diretor presidente da companhia, Bruno Barretto.

No início de janeiro, Andrade Gutierrez e UTC assinaram acordo com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) no qual admitiram cartel na licitação, o que já havia sido feito pela Camargo Corrêa em agosto de 2015.

As irregularidades no contrato com as empresas para montagem de Angra 3 foram reveladas em meio às investigações da Operação Lava Jato, da Polícia Federal e do Ministério Público Federal, que apura um enorme esquema de corrupção entre empresas e políticos no Brasil.

Após a denúncia, e em meio a atrasos de pagamentos pela Eletronuclear, as construtoras paralisaram as obras de Angra 3.

No final de dezembro, a Eletronuclear assinou memorando de entendimento com a chinesa CNNC para possível participação da empresa em uma retomada da construção de Angra…

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Cientistas reduzem tempo restante do 'Relógio do Juízo Final': faltam 2 min e 30 seg para a meia-noite

Postado por Articulação Antinuclear BR em 27 janeiro 2017 às 16:00 0 Comentários

Do G1

Ameaças nucleares, mudanças climáticas e a eleição de Donald Trump. Essas são, de acordo com cientistas, o principal motivo pelo qual estamos mais perto da destruição do planeta. Tal grupo de especialistas elaborou um boletim, divulgado nesta quinta-feira (26), e diminuiu o tempo do "Relógio do Juízo Final" (Doomsday Clock, em inglês) para 2 minutos e 30 segundos para a meia-noite.

Tal relógio serve como uma metáfora para quão próximo a humanidade se encontra de destruir o planeta e recentemente, em 2015, foi acertado para mais perto das 24h. No ano passado, marcava 3 minutos para a meia-noite.

"Com a eleição de Donald Trump como presidente, os Estados Unidos confrontam uma nova era de discussão sobre as mudanças climáticas. Há alguns indícios de que o novo presidente e seu governo abordarão as mudanças climáticas como uma farsa, o que ele já alegou durante a sua campanha", disse o editor-chefe do Boletim de Cientistas Atômicos, John Mecklin.

O texto aborda, além das questões climáticas, a produção de energia nuclear no mundo. O presidente russo, Vladmir Putin, também é citado diversas vezes. Os especialistas…

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Energia solar começa a ganhar espaço em escolas públicas

Postado por Articulação Antinuclear BR em 26 janeiro 2017 às 12:10 0 Comentários

Por André Borges, para o Estadão

A geração de energia a partir de painéis fotovoltaicos começa a sair do mundo das experiências tecnológicas para entrar no dia a dia da população. No segundo semestre deste ano, cerca de 40 escolas municipais localizadas em diferentes Estados do País começarão a fazer uso da energia solar.

energiasolar

Cada instalação nas escolas deve custar entre R$ 65 mil e R$ 70 mil.



Os projetos serão tocados com recursos de emendas parlamentares que foram incluídas no Orçamento da União deste ano. Ao todo, serão destinados R$ 2,6 milhões para escolas municipais. Desse total, R$ 1,2 milhão será enviado para escolas de Belém (PA), R$ 250 mil para escolas do Rio de Janeiro (RJ) e R$ 180 mil para escolas de São Matheus (ES). Os Estados de Piauí e Goiás, que receberam R$ 500 mil cada para tocar esses projetos, ainda definirão que escolas e municípios serão atendidos. Cada instalação nas escolas deve custar entre R$ 65 mil e R$ 70 mil.

Os recursos são administrados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), que faz a destinação aos municípios indicados. "Nós acreditamos que, em até seis meses, os projetos já estejam definidos e contratados pelos municípios. Uma vez contratado, bastam quatro dias de trabalho para que toda a estrutura dos painéis esteja funcionando", diz Barbara Rubim, coordenadora da companhia de energias renováveis do Greenpeace, organização não governamental que tem atuado institucionalmente em campanhas para ampliar o uso da geração solar no País.

Até hoje, apenas duas escolas municipais - Professor Oswaldo Aranha, localizada em Itaquera, em São Paulo, e Professor Milton Magalhães Porto, em…

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