Articulação Antinuclear Brasileira

A Articulação Antinuclear Brasileira (AAB) foi criada em 2011 e é Integrada por indivíduos, entidades, movimentos socioambientais e pesquisadores.

Buscamos fortalecer a luta antinuclear, defendendo o uso de energias renováveis e de um Brasil livre do nuclear.

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Aos 30 anos da tragédia de Goiânia, vítimas criam Fórum Permanente Sobre o Acidente com o Césio 137

Postado por Articulação Antinuclear BR em 19 abril 2017 às 16:00 0 Comentários

Uma série de organizações que reúne vítimas da tragédia do Césio 137, seus apoiadores e militantes antinucleares pretende não deixar o 30º ano do maior acidente radioativo do Brasil passar em branco. No próximo dia 24, no Auditório Costa Lima, na Assembleia Legislativa, em Goiânia, será lançado o Fórum Permanente sobre o acidente com o Césio 137. O objetivo é pressionar o poder público para que preste a devida assistência às vítimas e realizar o registro e documentação das narrativas do acidente, marcado por omissões e segredos por parte do estado, principalmente o órgão responsável pela política nuclear no Brasil, a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN).

Há quase 30 anos atrás, em setembro de 1987, Goiânia foi palco da tragédia do Césio 137, maior acidente radioativo brasileiro. Segundo os dados oficiais, apenas 17 gramas de césio radioativo abandonados dentro de um aparelho radiológico no centro de Goiânia mataram de imediato 4 pessoas e contaminaram mais de mil com efeitos ainda não conhecidos ao longo dos anos. Para a Associação de Vítimas do Césio o número de pessoas atingidas é muito maior, impossível de se mensurar. A cápsula de césio havia sido abandonada em um aparelho radiológico no centro de Goiânia, sem a devida comunicação à CNEN.

Serviço - Lançamento do Fórum Permanente sobre o acidente com o Césio 137

Quando: 24/04/2017, às 9h

Onde: Auditório Costa Lima, Assembleia Legislativa do Estado de Goiás, Goiânia.

Saiba mais sobre a tragédia do Césio 137:…

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Articulação Antinuclear do Ceará lança carta ao IBAMA para que licenciamento ambiental de mineração de urânio e fosfato no Ceará seja cancelado

Postado por Articulação Antinuclear BR em 11 abril 2017 às 15:00 0 Comentários

Formada por movimentos sociais, grupos de pesquisa e comunidades do Sertão Central, a Articulação Antinuclear do Ceará (AACE) atua desde 2011 denunciando os impactos do Projeto Santa Quitéria, empreendimento que pretende explorar a Jazida de Itataia, a 222 Km de Fortaleza, para produzir anualmente 1.600 toneladas de concentrado de urânio e 1.050.000 toneladas de derivados fosfatados destinados à energia nuclear e ao agronegócio. Para visibilizar as irregularidades do projeto, que está em processo de licenciamento ambiental no IBAMA, a organização acaba de lançar uma carta à sociedade.

O documento aponta que o Projeto Santa Quitéria atingirá diretamente 156 comunidades camponesas, mais de sessenta municípios e três bacias hidrográficas do Ceará, consumindo 1 milhão e 100 mil litros de água por hora. O gasto equivale a 125 carros-pipa a cada sessenta minutos e corresponde a um aumento de 400% sobre a demanda do Açude Edson Queiroz, de onde se pretende retirar a água através de uma adutora. Enquanto isso, assentamentos próximos à jazida sobrevivem com 14 carros-pipa por mês.

Além da injustiça hídrica, a carta assinala que o Projeto Santa Quitéria deixará pilhas e barragem de rejeitos com mais de 29 milhões de toneladas de metros cúbicos, material radioativo que será espalhado pelo estado e provocará a contaminação das águas, da vegetação, do solo e dos alimentos. Apresenta, ainda, as diferentes pesquisas que indicam a relação entre exploração de urânio e aumento dos casos de câncer.

A advogada Renata Maia, do Coletivo Flor de Urucum, é uma das redatoras do documento e alerta que Fortaleza também estará na rota de contaminação, pois o concentrado de urânio e os derivados fosfatados produzidos em Santa Quitéria serão destinados, por via rodoviária, até o Porto do…

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Articulação Antinuclear Brasileira lança série de vídeos sobre os impactos locais do nuclear no Brasil

Postado por Articulação Antinuclear BR em 10 abril 2017 às 12:51 0 Comentários

Você sabia que a mineração de urânio tem gerado contaminação de água por radiação no interior da Bahia? E que existem toneladas de lixo radioativo em local de grande circulação de pessoas na capital paulistana? O Brasil tem duas usinas nucleares em funcionamento, uma terceira em construção e lobby constante da indústria nuclear para a construção de outras. Além disso, a fiscalização das demais atividades nucleares é ineficiente. Os impactos que o nuclear teve ou tem em territórios locais estão retratados em uma série de vídeos curtos produzidos pela Articulação Antinuclear Brasileira e Sociedade Angrense de Proteção Ecológica (Sapê), todos estão disponíveis online.

São seis vídeos, com duração de 3 a 7 minutos, sobre os impactos locais do nuclear em Santa Quitéria (CE), Itacuruba (PE), Caetité (BA), Angra dos Reis (RJ), Goiânia (GO) e São Paulo (SP) e um sétimo com uma visão geral dos argumentos para a luta antinuclear no Brasil. Os impactos retratados acontecem por conta da mineração de urânio, seja de minas já instaladas (Caetité), seja de projeto de instalação de mineração (Santa Quitéria); das usinas nucleares instaladas em Angra dos Reis (RJ) ou dos planos de se construir uma nova (Itacuruba). A falta de regulação de outras atividades nucleares e da reparação aos danos à saúde e ao meio ambiente aparecem nos vídeos que tratam da tragédia do Césio 137, em Goiânia, e da contaminação dos trabalhadores e terrenos da Nuclemon, em São Paulo.

Os vídeos foram produzidos a partir de entrevistas com atores importantes da luta antinuclear: ativistas, pesquisadores e estudiosos da área de energia com atuação nacional e também lideranças locais que combatem os efeitos perversos do nuclear em suas…

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Espetáculo “Os Três Sobreviventes de Hiroshima” tem apresentações gratuitas em Curitiba

Postado por Articulação Antinuclear BR em 31 março 2017 às 12:30 0 Comentários

Por Rogério Nagai

Espetáculos com três sobreviventes reais da bomba de Hiroshima, após duas apresentações gratuitas em São Paulo, parte para o Festival Internacional de Teatro de Curitiba (Fringe 2017)

Takashi Morita, Junko Watanabe e Kunihiko Bonkohara estavam em Hiroshima, no Japão, na fatídica manhã de 6 de agosto de 1945, quando uma bomba atômica devastou a cidade matando mais de 140 mil pessoas.

A peça faz parte do projeto “Sobreviventes pela paz” que pretende colocar sobreviventes de grandes tragédias e genocídios em cena como forma de manter a memória desses tristes acontecimentos para que essas histórias não se repitam com objetivo de propagar e manter a paz.

O espetáculo é resultado de um ano de pesquisa que foi desenvolvida a partir da coleta e organização dos relatos dos sobreviventes, trabalhando com o conceito de Biodrama (vertente do teatro-documentário), e rememora a experiência não só do exato momento do bombardeiro, como dos dias após a explosão da bomba e da imigração para um país totalmente desconhecido para eles – o Brasil.

O espetáculo participa da Mostra Fringe do Festival Internacional de Teatro de Curitiba, nos dias 7 e 8 de abril. Será a primeira vez na história que o festival receberá os sobreviventes da bomba atômica de Hiroshima.

SINOPSE

Três sobreviventes reais da bomba atômica de Hiroshima relatam suas experiências no exato momento do bombardeiro, além da Segunda-Guerra Mundial, da imigração para o Brasil e dos dias atuais. O roteiro se desenvolveu a partir da coleta e organização dos relatos dos sobreviventes trabalhando com o conceito de biodrama (vertente do Teatro-Documentário). Com os sobreviventes Takashi Morita, Kunihiko Bonkohara, Junko Watanabe e o ator Rogério Nagai.

SOBRE OS SOBREVIVENTES

Takashi Morita, 93 anos

Em maio de 1945, sobreviveu a um bombardeiro incendiário em Tóquio do qual…

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